Texto de Fabiano Possebon
Quando era adolescente e trabalhava como sapateiro com meu pai, todos os dias, religiosamente, ouvíamos o programa O PODER DA MENSAGEM, do Hélio Ribeiro.
Era muito gostoso! Passávamos horas bem alegres! Havia muita música (canções populares e eruditas de origem várias: brasileira, francesa, italiana, norte-americana, etc), versões livres, mensagens espiritualistas, frases famosas e criações suas – um exemplo – “há dois tipos de pessoas que não querem testemunhas: aqueles que praticam o bem e os que praticam o mal”, também historietas e entrevistas. O programa tinha a duração de duas horas (12h00 às 14h00) e não havia intervalo comercial. Ouvíamos este programa na década de 70.
Helio, com seu português escorreito, voz grave (Chico Anísio baseou-se nele para criar o Roberval Taylor), estava sempre descontraído e simpático. Toda vez iniciava e terminava o programa com uma mensagem. (leia mais…)
Ao vivo da reunião
A falta de comunicação nem sempre e culpa da boca
Texto
‘’quando o cérebro está certo, a língua não erra.'’


