Depoimento de Jose Lopes Mulato
Grande Celso. é gratificante saber da existencia de gente que ainda tem sensibilidade, neste sofrido planeta. Pena que Helio Ribeiro, como Jesus Cristo passaram muito de repente por aqui, mas esteja certo que, a semente foi lançada e, estão germinando, fazendo-se árvores, produzindo frutos… gerando vidas!!!
Grande… Grande…Grande… Celso continue produzindo… reproduzindo “Helio Ribeiro” porque nosso mundo a cada dia necessita mais e mais de CONSCIENCIA. BELEZA, ‘ A M O R ‘ ! ! !
Venho sonhando na melhor forma de manter ‘Viva a Chama’ deixada pelo Helio… Quem sabe na forma de um progama de radio. E, reproduzindo na íntegra todo o ‘TESOURO’ deixado por ELE???
Tens como me ajudar… No que posso contar contigo e, quem sabe, com toda a equipe idealizadora do “Memorial’…
‘ A VIDA É A ARTE DE PREENCHER OS ESPAÇOS VAZIOS111
VIVE MELHOR QUEM DÁ O MELHOR DE SI MESMO…
um abraço
A felicidade custa muito pouco…
pergnte prá quem é feliz!!!!
Vamos fazer um mundo mais feliz???
Toda ajuda será recompensada!!!
Posso contar com ‘ E L E ‘…
SABE QUEM. . . SABE QUEM. . .
Depoimento de José Maria Scachetti
Já era para ter feito este depoimento há muito tempo, mas a falta de tempo me impediu e eu o faço agora. Hélio Ribeiro tem uma importância muito grande, talvez 90 por cento da minha carreira no Rádio. Foi nos anos 60. Eu e meus amigos de infância Fernando Dini e José Carlos Catanaze, ouvíamos diariamente o Hélio Ribeiro com o seu Correspondente Musical na Rádio Tupi. Era sagrado: ao meio-dia, quando voltávamos do Ginásio parávamos para ouvir o Hélio. Daqueles tempos em diante, jurei pra mim mesmo que iria trabalhar com aquele “senhor”locutor-apresentador. Um belo dia, uma chamada dizia que estava lançado o Concurso das Mil Vozes, para descobrir novos talentos. Lá fui eu para São Paulo fazer um teste na Tupi. Cheguei a ver o Hélio de longe com o seu Mustang Azul. Não passei no teste. Dois anos mais tarde entrei na Jovem Pan, através de teste feito pelo Estevan Sangirardi, mais tarde meu amigo. Um dia na redação da Pan, estava eu no fundo da redação conversando quando o Nei Gonçalves Dias, gritou meu nome: Ô Scachetti, quer conhecer o Ribeirinho? E lá fui eu até a sala do Fernando Vieira de Melo, diretor de Jornalismo. O Hélio com toda sua pose foi logo falando: Ouço você quase sempre. Quer trabalhar comigo na Bandeirantes? Eu apresentava o Show da Noite e depois Varig é Dona da Noite da meia-noite às 6 da manhã. Aquela pergunta me deixou extasiado, hipnotizado. Confirmei mais que depressa que sim, que gostaria, até porque eu era um fã muito grande dele. Alguns meses mais tarde ele próprio, Hélio, ligou para a Central Técnica. O Benê Oliveira, técnico da época atendeu e foi me chamar no estúdio. Disse ele: O Hélio Ribeiro quer falar com você. Eram umas duas horas da madrugada. Atendi e do outro lado, aquele vozeirão: Quer realmente trabalhar comigo na Bandeirantes? Confirmei e ele: Então passe lá e fale com o Jair Brito. E aí tudo começou. Esta é apenas uma das muitas histórias sobre Hélio Ribeiro. Ele tinha acabado de entrar na Bandeirantes. Deixei a Pan que reunia uma série de nomes que mais tarde seriam bastante famosos como: Fausto Silva,. Reali Jr., Milton Parron, Tonico Del Fiol, Nei Gonçalves Dias, etc, etc, para trabalhar ao lado de Hélio Ribeiro, aquele a quem eu tinha maior adoração como ouvinte. Tenho muito mais, que com o tempo vou passando para aqueles que não conheceram o “Leão”. Aliás, ele queria colocar em mim o nome artístico de Ricardo Rener, e eu descartei imediatamente. Falei: que nada, meu nome é José Maria Della Guardiã Scachetti. E ele, Hélio, gostava de me chamar de Della Guardia ou Jôse Maria. Saudades do italiano.
É isso aí Bortolin. Um pouco sobre Hélio Ribeiro.



